15/10/08

Lá estaremos

Colocar os militares no último degrau das prioridades, demonstra aquilo que nos gabinetes da Nação se chama "perspicácia política".
Sócrates gosta de navegar "a um largo", com o vento popular pelas costas e se possível, "correndo com a maré".
Mesmo as chamadas medidas impopulares, têm o apoio silencioso das corporações não abrangidas por essas medidas.
No caso dos militares, são conhecidas as sondagens que os colocam entre os sectores da sociedade que mais confiança oferecem aos portugueses, mas também é conhecida a vulnerabilidade da população às acções mediáticas de descrédito do sector militar e a prioridade dada aos vectores primários de sobrevivência, como hospitais, transportes, alimentação, etc.
A classe média cada vez mais é empurrada para condições terceiro-mundistas de sobrevivência, onde a Defesa é algo muito distante e específico dos militares.
Sócrates sabe disso, sabe que pode esticar a corda aos militares e famílias.
Vaticino que, neste estado de espírito, resta aos militares conjugarem esforços com as Forças de Segurança, uma vez que a maioria dos problemas são comuns.
E com essas, Sócrates sabe que pode ser abalroado...

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